Samstag, Oktober 21, 2006

Sem título, de novo


Música muito, muito antiga.
Mas praias e cantoras bronzeadas (?) nunca saem de moda.


Mittwoch, Oktober 18, 2006

Ôu mai gódi!

O tempo passa, o tempo voa... e o cara ainda não apareceu. Tô começando a ficar preocupado. E olha que eu começo a me preocupar com as coisas na mesma velocidade de um baiano.


Pois é, ele eu também achei. Agora, se você conseguir encontrar o Mathias...

Dienstag, Oktober 17, 2006

Detalhes tão pequenos de nós d... quatro?

Veja bem, estava eu fazendo meu drift (não surfo, faço drift) internético diario nesta bela, cinza e inexpugnavelmente nublada segunda-feira curitibana - como toda boa segunda-feira curitibana, diga-se de passagem - quando eis que surge, na minha frente, assim, sim!, de repente, sem mais nem menos, fotos do filme Dead or Alive.

Primeiro, Dead or Alive é (ou originalmente era) um jogo de videogame. De péssimo gosto, por sinal, e olha que eu nunca joguei. Em todo caso, suponho que a origem de tal entretenimento eletrônico tenha se dado quando os nerds/produtores do jogo deduziram a brilhante equação (porrada + mulher gostosa)²/jogo de videogame = sucesso absurdo de vendas. Olha, eu posso ser ruim de matemática... mas esses caras, francamente.

Segundo, não faço a menor idéia do por quê de resolverem fazer um filme desse. Mas se até da Mariah Carey fizeram filme (pra não mencionar Britney Spears... ops, mencionei), eu vou fingir que tal idéia é humanamente concebível - a de fazer o filme, eu digo. É claro que todo mundo que vai ao cinema e tem pelo menos um Prêi Um em casa (ou só vai ao cinema, mesmo) sabe que filmes baseados em videogames - salvos heróicas e memoráveis excessões como Silent Hill - não são lá atrações muito animadoras. E aí me vem a cabeça o seguinte pensamento: se nem ao menos jogos conceituados costumam emplacar sucesso e, por conseguinte, aumentar as vendas da tia da pipoca, imagine o filme do Dead or Alive, que, creio eu, deva sair como algo entre Kill Bill e Briga no Gel no Show do Mallandro. Dá até medo de pensar. Se bem que depois do semi-filosófico Tomb Raider (com direito à antológica fala do mocinho saradão (?!!!) do filme "Lara? O que sou eu para você? O que significo na sua vida?") e do saudoso Street Fighter: O Filme (que dispensa comentários, a não ser esse: DHALSIM CIENTISTA!!! =O ) nada mais me espanta.

Terceiro, na foto, o interessante é que a única que segura a katana como alguém que já treinou kendo/kenjutsu alguma vez na vida é a japonesa do Velozes e Furiosos (sim!) ali no canto. Todas as outras empunham suas respectivas lâminas com toda a graça e malevolência de um camponês da idade média. O que não chega a ser um problema, já que ninguém vai estar olhando para isso mesmo. Afinal, é para essas e outras que a loirinha do meio traja tão elegante shortinho rosa. =D

Bottom line: não vi, não quero ver, e lamento profundamente por quem um dia venha a ter o incólume destino de assistir tal atração cinematográfica - eu, inclusive. E mais: a japinha do Velozes e Furiosos não merecia isso! Que dó!

E não vou deixar links para maiores informações sobre o filme. Eu não tenho tanta cara de pau.


É surpreendente: a japinha é a única que sabe segurar numa espada longa!!
Pois é, escrevi o texto inteiro só para fazer essa piadinha infame no final.